
Não me olhes assim
Com esses olhos de quem sofre
Não me digas que choras
Porque eu já parei de chorar
Pára de me dizer
Para parar com as minhas loucuras
Que tanto que te dói
E não vês o quanto me dói a mim
Não pensas em tentar perceber
O quanto sofro com as tuas palavras,
com essa forma de olhares
e por me fazeres sentir culpado
Continuo a chorar no meu Fado
Um mar de sangue dolorido
Pedindo para que algo me tire a dor
Que me tire este coração ferido
Como Amália gritava
que a vida tanto dura
Eu choro esta lágrima pura
De sofrimento e grito
Para que tu pares de me julgar
Pelos erros que cometi
Porque todos nós os cometemos
Porque todos nós aprendemos
Porque todos nós existimos
29.12.06
rewritten : 11.01.2010
...
and still i need you in my life
which is the worst part of all this.
Ich kenne diese Gefühle zu gut und deshalb tut es mir besonders Leid. "O medo mora comigo..."
ReplyDeleteAdriano
adorei o poema, muito bom :)
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